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O efeito viciante da vida digital

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Este é um artigo da autoria de Mariela Castro, diretora da Communication Advisors e consultora em comunicação corporativa e mídias sociais.

Está cada vez mais difícil essa nossa vida online. Diariamente somos massacrados por algumas dezenas de gigabytes de informação, e haja organização mental para separar o joio do trigo e conseguir apreender realmente algum conteúdo, transformando-o em conhecimento. Passamos o dia plugados na internet, saltando de uma página da web para outra, intercalando com conversas no Twittter, e ao final do dia não nos lembramos de quase nada que vimos ou lemos.

O efeito viciante da vida digital faz com quem passemos muito mais horas na frente do computador do que seria saudável. E o pior: sempre com a sensação de que estamos perdendo algo importante. Que se ficarmos algumas horas sem internet algo acontecerá e nós não ficaremos sabendo.

Para quem nasceu de 1980 para cá (Geração Y, Millenials), tudo parece mais natural, pois já nasceram num mundo altamente tecnológico e nunca souberam o que era o mundo sem internet, celular, iPod e outras coisas hoje tão comuns. Os Baby Boomers, nascidos entre 1945 e 1960, quase que podem usar a desculpa do “estou muito velho para isso” para não se preocupar com o tema. Entalada mesmo está a  Geração X – jovem demais para se abster da compreensão das novas mídias, velha demais para ter a familiaridade fácil com a vida digital. Para essa geração, é uma questão crucial na carreira ter que aprender sobre tudo isso.

Uma vez lá, na vida digital, é uma dificuldade sair. Porque aí não é só a simples navegação na internet no computador. É o Blackberry ou o iPhone, o iPad, o bluetooth, o Twitter, o MSN. Os geeks apaixonados por gadgets (entenderam?) viram quase escravos da tecnologia. São seguidos o tempo todo. Vão parar em hospitais especializados no tratamento de pessoas viciadas em internet (é sério!).

Desplugue-se um pouco. Esqueça seus milhares de amigos no Facebook ou seguidores no Twitter. Vá tomar um chopp com amigos de carne e osso. As relações online podem ser muito estimulantes e verdadeiras, mas as offline são muito importantes para equilibrar a vida.

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    4 Comentários

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    1. Tainah

      Muito pertinente e atual a abordagem realizada por Mariela. É sempre importante lembrar que as relações online não substituem o contato real. Obrigada pela colaboração Mariela!

    2. Tainah

      Muito pertinente e atual a abordagem realizada por Mariela. É sempre importante lembrar que as relações online não substituem o contato real. Obrigada pela colaboração Mariela!

    3. Mariela Castro

      Obrigada, Tainah. É uma honra e um prazer colaborar com o excelente trabalho da Lecom. Obrigada pelo convite! abraços

    4. Mariela Castro

      Obrigada, Tainah. É uma honra e um prazer colaborar com o excelente trabalho da Lecom. Obrigada pelo convite! abraços